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terça-feira, 20 de julho de 2010

Pão com Manteiga



        Conta a história de um casal que tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
       A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
       Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"

       Moral da história:
       1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
       2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você....
       3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.
       4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.
       PS: Tão simples como um pão com manteiga!
 

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Amor em família...

Aconteceu enquanto eu esperava por um amigo no aeroporto.
Procurando localizar meu amigo no portão de desembarque, notei um homem que vinha com duas malas.
Ele parou perto de mim para cumprimentar sua família. Primeiro, ele abraçou o filho mais novo (talvez 6 anos de idade).
Eles trocaram um longo e carinhoso abraço.
E então se separaram o suficiente para olhar um ao outro.
Foi quando eu ouvi o pai dizer :
-- É tão bom te ver, filho. Eu senti tanta falta de você!
O filho sorriu e, meio acanhado, respondeu suavemente :
-- Eu também, papai !
Então o homem se levantou, contemplou os olhos do filho mais velho (talvez 9 ou 10 anos) e disse :
-- Você já está um homenzinho. Eu te amo muito, Zach!
E também trocaram um longo e fraterno abraço.
Enquanto isto acontecia, um bebê estava excitada nos braços da mãe.
O homem, segurando delicadamente no queixo da menina, disse :
-- Olá minha gatinha !
E pegou a criança suavemente.
Ele a beijou no rosto e a apertou contra o peito.
A pequena menina relaxou imediatamente e simplesmente deitou a cabeça no ombro dele e ficou imóvel em pura satisfação.
Depois ele entregou a filha aos cuidados do mais velho e declarou :
-- O melhor por último.
E deu em sua esposa o beijo mais longo e mais apaixonado que eu me lembro de ter visto.
Ele a olhou nos olhos por alguns segundos e então silenciosamente declamou :
-- Eu te amo tanto !
Olharam-se nos olhos, enquanto abriam grandes sorrisos segurando-se pelas mãos.
Por um momento eles me pareceram recém casados, mas pela idade das crianças ficava claro que não eram.
Eu senti um incômodo de repente, era como se eu estivesse invadindo algo sagrado e fiquei embasbacado ao ouvir minha própria voz nervosamente perguntar :
-- Emocionante ! Quanto tempo os dois tem de casado ?
-- São 14 anos. Ele respondeu, sem desviar o olhar do rosto da esposa.
-- Bem, então, quanto tempo você esteve fora ?
O homem, finalmente, virou e olhou para mim, ainda irradiando um sorriso jovial.
-- Dois dias inteiros !
Dois dias ? Fiquei atordoado.
Pela intensidade da saudação, tinha concluído que ele tivesse se afastado por pelo menos várias semanas, se não meses.
Eu sei que minha expressão me traiu.
Eu disse quase imediatamente, procurando terminar minha intrusão com alguma graça (e voltar a procurar por meu amigo):
-- Eu espero que meu casamento seja ainda apaixonado depois de 12 anos!
O homem deixou de sorrir de repente.
Ele me olhou diretamente nos olhos, e com uma expressão séria que até me assustou, respondeu :
-- Não espere, amigo... DECIDA !
Então seu sorriso brilhou novamente, me deu um aperto de mão e disse :
-- Deus lhe abençoe !
Com isso, viraram-se, ele e a família, e saíram.
Eu ainda estava observando aquela excepcional família caminhando para longe da vista quando meu amigo surgiu e perguntou :
-- Ei ! Está olhando o que ?
Sem hesitar eu respondi :
-- Meu futuro.
Essa é uma bela lição de que tudo depende de nós... ambos... e que podemos lutar por um futuro melhor e cheio de amor ao lado da nossa família, acreditando que tudo é exatamente como a gente quer... Entretanto, várias são as armadilhas que montamos para sabotar nossa felicidade... e impedir de mantermos uma família unida e feliz... 
De novo, DECIDA-SE POR ISSO!



domingo, 18 de outubro de 2009

ÚLTIMO FOLHETO!!!


Todos os domingos de manhã,
depois do Grupo de Oração na Igreja,
o coordenador do grupo e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do Amor de Deus sobre nós.

Numa tarde de domingo,
quando chegou à hora do pai e seu filho
saírem pelas ruas com os folhetos,
fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino se agasalhou e disse:

-'Ok, papai, estou pronto. '

E seu pai perguntou:

-'Pronto para quê?'

-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '

Seu pai respondeu:

-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '

O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:

-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno
até mesmo em dias de chuva?'

Seu pai respondeu:

-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '

Triste, o menino perguntou:

-'Pai, eu posso ir? !'

O pai hesitou por um momento e disse:

-'Pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado. '

Então ele saiu no meio daquela chuva..
Este menino de onze anos
caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta
entregando folhetos a todos que via..

Depois de caminhar por horas na chuva,
estava todo molhado, mas faltava um último folheto.
Ele parou na esquina e procurou por alguém para
entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas.
Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha.
Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
Ele tocou de novo,
mais uma vez,
mas ninguém abriu a porta.

Finalmente, o menino se virou para ir embora,

mas algo o deteve.

Mais uma vez,

ele tocou a campainha e bateu na porta bem forte..

Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda e finalmente a porta se abriu bem devagar.

Uma senhora idosa com um olhar triste.

Ela perguntou :

-'O que você deseja, meu filho?'

Com um sorriso que iluminou o mundo dela, O menino disse:

-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando,

mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO

e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto

que lhe dirá tudo sobre JESUS

e seu grande AMOR. '

Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.

Ela o chamou e disse:

-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'

Bem, no domingo seguinte na Igreja,

o Coordenador do Grupo de Oração, após a pregação perguntou:

- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'

Na última fila da Igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.. E começou a falar.

- 'Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui.

Até o domingo passado eu não era cristã.

Meu marido faleceu a algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo.

No domingo passado, um dia frio e chuvoso,

eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.

Então eu peguei uma corda e uma cadeira

e subi para o sótão da minha casa,

amarrei a corda numa madeira do telhado,

subi na cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço.

De pé naquela cadeira, estava pronta pra saltar, quando,
de repente, o toque da campainha me assustou.

Eu pensei, quem será?:

-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '

Eu esperei, mas a campainha era insistente;

depois a pessoa bateu forte.

E pensei:

-'Quem pode ser?

Ninguém toca a campainha da minha casa a tempos,

ainda mais num dia desses..'

Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era,
enquanto a campainha soava cada vez mais alta.

Quando eu abri a porta e vi quem era,

eu mal pude acreditar,

pois na minha varanda estava um menino.

O seu SORRISO,

ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!

As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito SALTASSE PARA A VIDA quando ele disse:

-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '

Então ele me entregou este folheto

que eu tenho em minhas mãos.

Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto.

Então eu subi para o sótão, peguei a corda e a cadeira.

Eu não iria precisar mais delas.

Vocês vêem - eu agora eu estou aquí!

Já que o endereço do seu Grupo de Oração

estava no verso deste folheto,

vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO

a este menino de Deus

que no momento certo livrou a minha alma. '

Não havia quem não tivesse lágrimas

nos olhos no Grupo de Oração.

O coordenador do Grupo, foi em direção a primeira fila onde
o 'seu' menino estava sentado.

Tomou seu filho nos braços e
chorou

Provavelmente nenhum Grupo de Oração

teve um momento tão grande como este

e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...


Quem desejar pode substituir "Jesus" por "Amor da humanidade"
o que realmente importa o amor que temos pelos outros...

domingo, 7 de junho de 2009

Será que você sabe?


Oi! Você sabe???...

Você sabe qual é o exato valor...

...de um sorriso amigo num momento de tristeza?

...de um simples olhar prá quem entende?

. de uma flor pequenina quando o romantismo invade?

. do nascer do sol e de sua beleza?

. da luz da lua longe da cidade?

. do poder da prece quando o desespero se estende?

Você sabe qual é o exato valor...

... de um abraço que aperta?

. de uma lágrima de saudade?

. da atenção de um carinho?

. do dizer a verdade?

. do viver a emoção?

. da sincera amizade?

. de uma palavra simples na hora certa?

Isso alguém consegue definir???

Pois então não fale nada, apenas sinta tudo isso...

Sinta essa vida linda, sempre sorrindo...

Viva com esse compromisso...

Viva sentindo... sentindo de uma forma apaixonada...

Afastando todo e qualquer escudo...

Pois da sensibilidade não dá prá se fugir...

quinta-feira, 1 de maio de 2008

NEOQEAV


"Como a vida pode ser, talvez, diferente de como é hoje.

Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam "Neoqeav" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse.

Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

"Neoqeav" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "Neoqeav" na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam. Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

"Neoqeav" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira.

Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília.

Levou bastante tempo para eu passar a entender completamente e gostar deste jogo que eles jogavam.

Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós. Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar.

O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena.

Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal.

Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bênçãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento. Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã.

E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa.

Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu. Vovó partiu.

"Neoqeav" foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosado buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser.

Sentindo-me muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando: "Mas que Neoqeav significa?"
"NEOQEAV" = Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você.

Trazendo para a nossa maneira coloquial de falar: NEOQuETA: Nunca Esqueça O Quanto Eu Te Amo.

 

Meu nome é Felicidade

Faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser Feliz.

Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como
você,pois viver assim é ser Feliz!

Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é
futuro e hoje é uma dádiva, por isso chamado presente.

Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que
acreditam que para uma história bonita não há ponto final.

Eu sou casada sabia?

Sou casada com o Tempo. Ah! O meu marido é lindo! Ele é responsável pela
resolução de todos os problemas. Ele reconstrói corações, ele cura
machucados, ele vence a Tristeza...

Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: A Amizade, a Sabedoria, e o
Amor.

A Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre. A
Amizade brilha como o sol. A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir,
sempre consolar.

A do meio é a Sabedoria, culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao Pai,
o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!

O caçula é o Amor. Ah! como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só
quer morar em um lugar... Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para
morar em dois corações, não em apenas um. O Amor é complexo, mas é
lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o
pai dele, o Tempo, e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor
abriu!

Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa: Tudo no final sempre
dá certo, se ainda não deu, é porque não chegou o final.

Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na
Amizade, na Sabedoria e, principalmente no Amor.

Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade, baterei à sua porta !!! Tenha
Tempo para os Sonhos: eles conduzem sua carruagem para as Estrelas.