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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Amor em família...

Aconteceu enquanto eu esperava por um amigo no aeroporto.
Procurando localizar meu amigo no portão de desembarque, notei um homem que vinha com duas malas.
Ele parou perto de mim para cumprimentar sua família. Primeiro, ele abraçou o filho mais novo (talvez 6 anos de idade).
Eles trocaram um longo e carinhoso abraço.
E então se separaram o suficiente para olhar um ao outro.
Foi quando eu ouvi o pai dizer :
-- É tão bom te ver, filho. Eu senti tanta falta de você!
O filho sorriu e, meio acanhado, respondeu suavemente :
-- Eu também, papai !
Então o homem se levantou, contemplou os olhos do filho mais velho (talvez 9 ou 10 anos) e disse :
-- Você já está um homenzinho. Eu te amo muito, Zach!
E também trocaram um longo e fraterno abraço.
Enquanto isto acontecia, um bebê estava excitada nos braços da mãe.
O homem, segurando delicadamente no queixo da menina, disse :
-- Olá minha gatinha !
E pegou a criança suavemente.
Ele a beijou no rosto e a apertou contra o peito.
A pequena menina relaxou imediatamente e simplesmente deitou a cabeça no ombro dele e ficou imóvel em pura satisfação.
Depois ele entregou a filha aos cuidados do mais velho e declarou :
-- O melhor por último.
E deu em sua esposa o beijo mais longo e mais apaixonado que eu me lembro de ter visto.
Ele a olhou nos olhos por alguns segundos e então silenciosamente declamou :
-- Eu te amo tanto !
Olharam-se nos olhos, enquanto abriam grandes sorrisos segurando-se pelas mãos.
Por um momento eles me pareceram recém casados, mas pela idade das crianças ficava claro que não eram.
Eu senti um incômodo de repente, era como se eu estivesse invadindo algo sagrado e fiquei embasbacado ao ouvir minha própria voz nervosamente perguntar :
-- Emocionante ! Quanto tempo os dois tem de casado ?
-- São 14 anos. Ele respondeu, sem desviar o olhar do rosto da esposa.
-- Bem, então, quanto tempo você esteve fora ?
O homem, finalmente, virou e olhou para mim, ainda irradiando um sorriso jovial.
-- Dois dias inteiros !
Dois dias ? Fiquei atordoado.
Pela intensidade da saudação, tinha concluído que ele tivesse se afastado por pelo menos várias semanas, se não meses.
Eu sei que minha expressão me traiu.
Eu disse quase imediatamente, procurando terminar minha intrusão com alguma graça (e voltar a procurar por meu amigo):
-- Eu espero que meu casamento seja ainda apaixonado depois de 12 anos!
O homem deixou de sorrir de repente.
Ele me olhou diretamente nos olhos, e com uma expressão séria que até me assustou, respondeu :
-- Não espere, amigo... DECIDA !
Então seu sorriso brilhou novamente, me deu um aperto de mão e disse :
-- Deus lhe abençoe !
Com isso, viraram-se, ele e a família, e saíram.
Eu ainda estava observando aquela excepcional família caminhando para longe da vista quando meu amigo surgiu e perguntou :
-- Ei ! Está olhando o que ?
Sem hesitar eu respondi :
-- Meu futuro.
Essa é uma bela lição de que tudo depende de nós... ambos... e que podemos lutar por um futuro melhor e cheio de amor ao lado da nossa família, acreditando que tudo é exatamente como a gente quer... Entretanto, várias são as armadilhas que montamos para sabotar nossa felicidade... e impedir de mantermos uma família unida e feliz... 
De novo, DECIDA-SE POR ISSO!



segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Cuidado Ratoeira!

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao curral da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha disse: - Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

O porco disse: - Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo, que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. A vaca lhe disse: - O que, Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? - Acho que não! Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre. Para amenizar a sua febre, nada melhor que uma canja de galinha. Então, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Então, para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. Então, o fazendeiro sacrificou a vaca, para poder alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que: quando existir uma ratoeira, todos corremos risco.

"O problema de um é problema de todos, quando convivemos em equipe."


domingo, 13 de dezembro de 2009

O P R Í N C I P E C H I N Ê S

Conta-se que, por volta do ano 250 a.C., na China antiga, um príncipe estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. Então, anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançar-lhes-ia um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Mas, ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração. E disse-lhe:
- Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire essa idéia da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isso já me torna feliz.
Chegou, então, a grande data. À noite, a jovem dirige-se ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc.
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que, se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas, cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada, lá estava ela, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada qual, porém, com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado, indicando a pobre e bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente, o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz: a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram
estéreis.

Se, para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um vencedor.


Beijo do seu Pai.

domingo, 7 de junho de 2009

Será que você sabe?


Oi! Você sabe???...

Você sabe qual é o exato valor...

...de um sorriso amigo num momento de tristeza?

...de um simples olhar prá quem entende?

. de uma flor pequenina quando o romantismo invade?

. do nascer do sol e de sua beleza?

. da luz da lua longe da cidade?

. do poder da prece quando o desespero se estende?

Você sabe qual é o exato valor...

... de um abraço que aperta?

. de uma lágrima de saudade?

. da atenção de um carinho?

. do dizer a verdade?

. do viver a emoção?

. da sincera amizade?

. de uma palavra simples na hora certa?

Isso alguém consegue definir???

Pois então não fale nada, apenas sinta tudo isso...

Sinta essa vida linda, sempre sorrindo...

Viva com esse compromisso...

Viva sentindo... sentindo de uma forma apaixonada...

Afastando todo e qualquer escudo...

Pois da sensibilidade não dá prá se fugir...

sábado, 29 de novembro de 2008

O lençol sujo


Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito
tranqüilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam
café, a mulher reparou atráves da janela em uma vizinha
que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!

- Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse
intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar
as roupas!

O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã,
a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou
com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu
a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia
seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas
no varal.

Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis
muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer
ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que outra
vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.

O marido calmamente respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da
nossa janela!

E assim é.

Tudo depende da janela, através da qual observamos
os fatos.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Hospital psiquiátrico - O teste da banheira

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: - Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie.

De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.

- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.

- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

Dedicado a todos que escolheram o balde.

A vida tem muito mais opções...

E muitas das vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos. ..