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domingo, 16 de novembro de 2008

A Aranha


Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.

O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira :

"Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem !!!"

Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.

A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.

O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado :

-- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."

-- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."

Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.

Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.

Quando passaram em frente da trilha o homem escutou :

-- "Vamos, entremos nesta trilha !"

-- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha !? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas".

Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus, como sempre, em sua SABEDORIA e BONDADE infinita, dá a cada Ser, tão só o que é necessário para sua subsistência, e somente espera que tenhamos confiança n'Ele para Seu Poder, Glória e Proteção se manifeste de forma JUSTA e PERFEITA.

Faça vc, algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

Que nesta nova semana possamos entender as coisas de Deus e o que Ele tem feito em nossas vidas !!!!!

Você pode substituir a palavra Deus por aquela que acredites ser o depositário da sua fé! Eu acredito na Humanidade como um todo - "que a força esteja contigo"!!!


quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Hospital psiquiátrico - O teste da banheira

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: - Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie.

De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.

- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.

- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

Dedicado a todos que escolheram o balde.

A vida tem muito mais opções...

E muitas das vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos. ..

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ajudando a Chorar


A menina chegou em casa atrasada para o jantar.

Sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido.

A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, sua amiga, porque ela tinha levado um tombo e sua bicicleta tinha se quebrado.

-- E desde quando você sabe consertar bicicletas? - perguntou a mãe.

-- Eu não sei consertar bicicletas! - disse a menina, eu só parei para ajuda-la a chorar.

Não muitos de nós sabemos consertar bicicletas. E quando nossos amigos caíram e quebraram, não as suas bicicletas mas suas vidas, poucas vezestivemos capacidade para conserta-la. Não podemos simplesmente consertar a vida de outra pessoa, embora isso seja o que nós gostaríamos de fazer.

Mas como a menina, nós podemos parar para lhes ajudar a chorar. Se isso é o melhor que nós podemos fazer... e isso é muito!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

O segredo da felicidade

Há uma fábula maravilhosa sobre uma menina órfã que não tinha nem família nem ninguém para amá-la. Certo dia, sentindo-se excepcionalmente triste e sozinha, ela foi passear por um prado e viu uma pequena borboleta presa num arbusto de espinhos. Quanto mais a borboleta lutava para se libertar, mais os espinhos cortavam suas asas frágeis. A menina órfã libertou cuidadosamente a borboleta de sua prisão de espinhos. Em vez de voar para longe, a pequena borboleta transformou-se numa bonita fada. A menina esfregou os olhos, sem acreditar.

- Por sua maravilhosa gentileza – disse a boa fada à menina -, vou realizar qualquer desejo que você escolher.

A menina pensou um pouco e depois respondeu:

- Eu quero ser feliz!

A fada disse:

- Muito bem – e, inclinando-se na direção dela, sussurrou alguma coisa no seu ouvido. Em seguida, a fada desapareceu.

Enquanto a menina crescia, não havia ninguém na região tão feliz quanto ela. Todos lhe perguntavam o segredo da sua felicidade. Ela apenas sorria e respondia:

- O segredo da minha felicidade é que ouvi o que uma boa fada me disse quando eu era menina.

Quando estava bem velhinha, em seu leito de morte, todos os vizinhos se reuniram à sua volta, com medo de que o maravilhoso segredo morresse com ela.

- Conte, por favor – imploraram eles. – Conte o que a boa fada disse.

A adorável velhinha simplesmente sorriu e respondeu:

- Ela me disse que todo mundo, por mais seguro que pareça, quer seja velho ou novo, rico ou pobre, precisa de mim.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

NEOQEAV


"Como a vida pode ser, talvez, diferente de como é hoje.

Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam "Neoqeav" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse.

Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

"Neoqeav" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "Neoqeav" na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam. Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

"Neoqeav" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira.

Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília.

Levou bastante tempo para eu passar a entender completamente e gostar deste jogo que eles jogavam.

Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós. Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar.

O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena.

Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal.

Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bênçãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento. Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã.

E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa.

Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu. Vovó partiu.

"Neoqeav" foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosado buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser.

Sentindo-me muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando: "Mas que Neoqeav significa?"
"NEOQEAV" = Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você.

Trazendo para a nossa maneira coloquial de falar: NEOQuETA: Nunca Esqueça O Quanto Eu Te Amo.

 

Verdadeiro amor

Um homem bastante idoso procurou uma Clínica para um curativo em sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso.

Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa e ele disse que precisava ir a um Asilo de Velhos tomar café da manhã com sua mulher que estava internada lá a bastante tempo........

Sua mulher sofria de Mal de "Alzheimer" em estágio bastante avançado.....

Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria assustada pelo fato de ele estar atrasado.

_" Não, disse ele. Ela já não sabe quem sou. Há quase cinco anos ela nem me reconhece..."

Intrigado o médico lhe pergunta:

_"Mas se ela já nem sabe quem o senhor ´r, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?"

O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse:

_"È verdade......Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito em QUEM ELA É"

Enquanto o velhinho saia apressado, o jovem médico sorria emocionado e pensava:

_"Esta é a qualidade de amor que eu gostaria para minha vida"

O Amor não se reduz ao físico, ao romântico......
O Amor verdadeiro é a aceitação
DE TUDO O QUE O OUTRO É....
DE TUDO QUE O OUTRO FOI....
DO QUE SERÁ....
DO QUE JÁ NÃO É......

Reflita e veja que qualidade de amor existe em sua vida.

sábado, 12 de abril de 2008

Será que você sabe


Oi! Você sabe???...

Você sabe qual é o exato valor...

...de um sorriso amigo num momento de tristeza?

...de um simples olhar prá quem entende?

. de uma flor pequenina quando o romantismo invade?

. do nascer do sol e de sua beleza?

. da luz da lua longe da cidade?

. do poder da prece quando o desespero se estende?

Você sabe qual é o exato valor...

... de um abraço que aperta?

. de uma lágrima de saudade?

. da atenção de um carinho?

. do dizer a verdade?

. do viver a emoção?

. da sincera amizade?

. de uma palavra simples na hora certa?

Isso alguém consegue definir???

Pois então não fale nada, apenas sinta tudo isso...

Sinta essa vida linda, sempre sorrindo...

Viva com esse compromisso...

Viva sentindo... sentindo de uma forma apaixonada...

Afastando todo e qualquer escudo...

Pois da sensibilidade não dá prá se fugir...