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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

10 grandes verdades

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado,
não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca
falha)

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas. (Tá cheio de gente
querendo te converter!)

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das
vezes quem tá te olhando também não sabe! Tá valendo!)

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em
cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer
hora-extra!)

5. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!)

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um
laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!)

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça
humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa
palavra seria 'reuniões'. (Onde ninguém se entende... Com exceção das
reuniões que acontecem nos botecos...)

8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'. (Ouvir música é
hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!)

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!!!!!)

10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador
construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É
Verdade mesmo!!!)

domingo, 30 de setembro de 2007

Lição Viva


Era uma tarde de domingo ensolarada na cidade de
Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois
filhos para jogar mini-golf.

Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e
perguntou:

-- Quanto custa a entrada?

O bilheteiro respondeu prontamente:

-- São três dólares para o senhor e para qualquer criança
maior de seis anos.

-- A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou
menos. Quantos anos eles têm?

Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.

O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:

-- O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim? Se
tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não
saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado
três dólares.

O pai, sem perturbar-se, disse:

-- Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças
saberiam que não é essa a verdade.

Tantas vezes, para economizar pequena soma em
moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e
justo. Nesses dias de tanta corrupção e descaso para com
o ser humano, vale a pena refletirmos sobre que exemplo
temos sido para os outros.

Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem
lidas e copiadas pelos que convivem conosco.

domingo, 29 de julho de 2007

Atravessando o Rio

Dois monges viajavam juntos por um caminho lamacento. Chovia torrencialmente o que dificultava a caminhada. A certa altura tinham que atravessar um rio, cuja água lhes dava pela cintura. Na margem estava uma moça que parecia não saber o que fazer...

- Quero atravessar para o outro lado, mas tenho medo

Então o monge mais velho carregou a moça às suas costas para a outra margem.

Horas depois, o monge mais novo não se conteve e perguntou:
- Nós, monges, não nos devemos aproximar das mulheres, especialmente se forem jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?

- Eu deixei a moça lá. Você ainda a está carregando?

sábado, 14 de julho de 2007

Qualidades em serviços


Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos.

Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações.

Nunca chegava atrasado.

Por isso mesmo já estava com 02 anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação.

Certo dia, porém, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação:

- Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.

Fiquei sabendo que o Fernando, que tem o mesmo cargo que eu e está na empresa há somente 06 meses e já vai ser promovido ??...

Gustavo, fingindo não ouvi-lo, disse:

- Foi bom você vir aqui.

Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.

Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.

Em cinco minutos estava de volta.

- E aí Paulo? - Perguntou Gustavo.

- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim...

- E quanto custa ???

- Ah, Isso eu não perguntei não...

- Eles tem abacaxi suficiente para atender a todo nosso pessoal ???

- Também não perguntei isso não...

- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi ???

- Não sei não...

- Muito bem Paulo. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco.

O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Fernando.

Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo.

Em dez minutos, Fernando voltou.

- E então ??? - Indagou Gustavo.

- Eles têm abacaxi, sim Seu Gustavo. E é o suficiente para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a
laranja a R$20,00 o cento, já descascada... Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles nos concederão um desconto de 15%. Deixei reservado...

Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo o pedido! - Explicou Fernando.

Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.

Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado e perguntou- lhe:

- Paulo, o que foi que você estava me dizendo ???

- Nada não, patrão. Esqueça. Com licença...

E Paulo deixou a sala...

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Airton Galarça - Pai, amigo, médico.

Meta: Orientar e ajudar meus dois filhos, Alícia e Lorenzo, a encontrar a felicidade, adquirir autoconfiança e valorizar o amor, a amizade, o respeito, a sinceridade e a honestidade, valores cada vez mais escassos no nosso mundo.

Experiências da vida: Cometi muitos erros,mas assumi as responsabilidades e as conseqüências por todos esses atos, especialmente as lições aprendidas. A soma desses erros com todos os acontecimentos positivos que aconteceram na minha vida me fez do jeito que sou e sei que hoje estou muito melhor.

A maior lição: Todas as decisões realmente importantes são tomadas com forte base emocional e mais tarde, freqüentemente, tentamos nos convencer de que foram tomadas em cima de uma razão lógica. Infelizmente ou não, dificilmente uma decisão racional irá predominar sobre a intuição.

Conduta: Integridade, coerência, sinceridade e justiça, procurando agir sempre com as melhores intenções e tentando minimizar o sofrimento alheio.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Conto chinês

Conta-se que, por volta do ano 250 a.C na China antiga, um príncipe da região norte do País estava às vésperas de ser coroado Imperador, mas de acordo com a lei, deveria se casar. Sabendo disso, resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte, incluindo até mesmo quem não pertencesse à corte, mas que se achasse digna de sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e apresentaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar a casa e relatar o fato à jovem filha, espantou-se ao saber que ela já sabia sobre o desafio e que pretendia ir à celebração.

Então, indagou incrédula: — Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça. Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não transforme o sofrimento em loucura.

A filha respondeu: — Não, querida mãe. Não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei perfeitamente que jamais poderei ser a escolhida. Mas é minha única oportunidade de ficar, pelo menos alguns momentos, perto do príncipe. Isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, inicialmente, o príncipe anunciou o desafio: — Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura Imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de cultivar algo, sejam relacionamentos, costumes ou amizades.

O tempo foi passando. E a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara. Usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho; mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e da sua dedicação, a moça comunicou à mãe que, independentemente das circunstâncias, retornaria ao palácio na data e na hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes. Mas, cada jovem com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada. Nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente, chega o momento esperado e o príncipe passa a observar cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anunciou o resultado, indicando a bela jovem que não levara nenhuma flor como sua futura esposa. As pessoas presentes na corte tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque o príncipe havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.

Então, calmamente o príncipe esclareceu: — Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma Imperatriz. A flor da Honestidade. Pois, todas as sementes que entreguei eram estéreis.