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terça-feira, 14 de julho de 2009

Jogue fora suas batatas



O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de
plástico para a aula.

Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem
sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem
dentro da bolsa.

Algumas das bolsas ficaram muito pesadas.

A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a
bolsa com batatas.

Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo.

O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o
tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o
fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em
nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas
que eram importantes para eles.

Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para
manter a dor, a bronca e a negatividade.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas
não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o
stress e roubando nossa alegria.

Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de
trazer de volta a paz e a calma.

Portanto, jogue fora suas "batatas"...

terça-feira, 4 de março de 2008

Pessoas Sensíveis


Nenhum de nós pode escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas,

outras más. Mas todos nós podemos escolher nossa resposta às coisas que
nos acontecem. Você não é prisioneiro das reações.

Algumas pessoas dizem que são muito "sensíveis", que se magoam
facilmente, que se decepcionam com amigos, colegas e família e com
aquilo que outros dizem ou fazem. Tais pessoas, que se dizem "muito
sensíveis" na verdade não têm muita sensibilidade.

Pessoas sensíveis (por definição) são capazes de obter uma gama maior de
informações sensoriais e emocionais vindas de outros e, portanto, geralmente são muito mais
compreensivas, calmas e raramente se desapontam com os comportamentos
alheios, exatamente porque sua sensibilidade aguçada mostra mais do que
as aparências, evitando que se desapontem. Além disso, pessoas sensíveis
jamais dizem que são sensíveis.

Então o que são aquelas pessoas que a todo momento se definem como
sensíveis, que ficam deprimidas por razões aparentemente pequenas e
cujos dias são destruídos por uma advertência do chefe, por uma crítica
dos colegas, por uma frase mal construída de um membro da família?

Elas não são sensíveis?

Não.

Tais pessoas são reativas - o contrário de sensíveis.
Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando
somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem
controlar,sem observar o todo, como crianças.

Todos nós somos reativos, vez ou outra, mas conforme amadurecemos nos
tornamos menos reativos e mais sensíveis,já que escolhemos nossas respostas.

Quando somos crianças, simplesmente reagimos (o que é natural), por isso
adultos reativos são, normalmente, acusados de um comportamento
infantil e birrento.

Uma pessoa sensível (por obter mais informações que estão à sua volta)
raramente perde o controle, mesmo quando atacada porque, sendo sensível, ela observa e
e-s-c-o-l-h- e a melhor r-e-s-p-o-s- t-a.

Raramente reage, como um animal faminto faria. Você não tem o poder de
escolher aquilo que te acontecerá hoje, amanhã ou depois.
Mas você tem o poder de escolher a melhor resposta à tudo o que vai
acontecer. Resposta não é reação.

Reação é sinônimo de programa automático. Resposta é sinônimo de escolha.

Seja mais sensível, esta semana, evitando dizer a primeira coisa que lhe
venha à mente, mesmo que seja algo que você diz pra você mesmo.

Escolha as palavras, escolha os pensamentos, escolha as respostas,
fugindo da armadilha que torna a vida das pessoas reativas sempre dependente de cada problema que acontece.

E observe aqueles que dizem que são "sensíveis".
Olhe o comportamento dessas pessoas.
Você verá que elas são completamente dependentes dos humores de outros e
dos acontecimentos externos. Elas simplesmente reagem por mais que
racionalizem e se enganem, afirmando que suas reações são causadas por
sua suposta sensibilidade. Sempre apresentarão razões para suas dores e
tristezas, mas ainda assim estarão somente reagindo.

Você tem o poder de escolher aquilo que é melhor. Você pode!

Porque, como afirma Stephen Covey:
"Entre o que acontece comigo e minha reação ao que acontece comigo, há
um espaço. Neste espaço está minha capacidade em escolher minhas
respostas e definir meu destino".

domingo, 29 de julho de 2007

Atravessando o Rio

Dois monges viajavam juntos por um caminho lamacento. Chovia torrencialmente o que dificultava a caminhada. A certa altura tinham que atravessar um rio, cuja água lhes dava pela cintura. Na margem estava uma moça que parecia não saber o que fazer...

- Quero atravessar para o outro lado, mas tenho medo

Então o monge mais velho carregou a moça às suas costas para a outra margem.

Horas depois, o monge mais novo não se conteve e perguntou:
- Nós, monges, não nos devemos aproximar das mulheres, especialmente se forem jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?

- Eu deixei a moça lá. Você ainda a está carregando?

quinta-feira, 7 de junho de 2007

A morte do responsável

Uma empresa estava em situação muito difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores estavam desmotivados, os balanços há meses não saíam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada. Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de
progresso na empresa.

Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz no qual estava escrito:
" Faleceu ontem a pessoa que impedia o seu crescimento na empresa. Você está convidado para o velório na quadra de
esporte".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando seu crescimento na empresa.
A agitação na quadra de esporte era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão a excitação aumentava: " Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ??
Ainda bem que esse infeliz morreu".

Um a um, os funcionários agitados aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam em seco, ficando no mais absoluto silêncio como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
Pois bem, certamente você já advinhou que no visor do caixão havia um espelho.

Pense nisso:
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: você mesmo.
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
É dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser o artista de sua criação.
O resto são desculpas.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Viver como as flores

Era uma vez um jovem que caminhava ao lado do seu mestre. Ele perguntou:
- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes, outras mentirosas... sofro com as que caluniam...
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores - continuou o mestre - apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas...
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora... Não se deixe contaminar por tudo aquilo que o rodeia... Assim, você estará vivendo como as flores!

A corrida dos sapos


Era uma vez uma corrida de sapinhos que consistia em subir uma torre bastante alta (para os sapos).

Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: "Que pena !!!
Esses sapinhos não vão conseguir. Não vão conseguir."

E os sapinhos começaram a desitir. Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.

A multidão continuava gritando : "Pena!!! Vocês não vão conseguir." E os sapinhos estavam mesmo desistindo um por um, menos aquele sapinho que continuava tranqüilo, embora arfante.

Ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido.

E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo.

Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de seu coração.

Lembre-se sempre:
Há poder em nossas palavras e em tudo o que pensamos.