domingo, 5 de maio de 2013
A última questão... Uma lição
sábado, 4 de maio de 2013
Apenas mais um conto... mas de Fé...
Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico e, vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima em busca de ajuda.
Chegando no único hospital público da região, foi aconselhada a voltar pra casa e trazer a neta junto, para que fosse examinada.
Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta não conseguiria mais sequer levantar da cama sozinha, a senhora passou em frente a uma igreja e, como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma igreja, resolveu pedir ajuda.
Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas fazendo orações.
A mulher se aproximou das senhoras, contou sua história e pediu que incluíssem em suas orações, a netinha querida.
Todas convidaram a sofrida senhora para juntar-se a elas e orar pela pequena.
Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher disse:
- Eu também gostaria de fazer uma oração especial. E gostaria que vocês me acompanhassem.
Começou:
- Deus, sou eu, a Maria. Olha, a minha neta está muito doente, Deus; assim, eu gostaria que o Senhor fosse lá curá-la. Deus, anota aí que eu vou dizer onde fica.
As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo.
- Já está com a caneta, Deus? É muito fácil: o Senhor vai seguindo o caminho das pedras e quando passar o rio com a ponte, o Senhor entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar, tá?
As senhoras que tudo acompanhavam, estranharam a oração e algumas até se esforçaram para não rir.
Ela continuou:
- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha... O Senhor entra na rua depois do pé de mangueira que o meu barraquinho é o último da rua. Pode ir entrando que não tem cachorro. Olha Deus, a porta tá trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha, por favor.
Mas olha só, Deus, por favor, não esquece de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar em casa... Muito obrigada, obrigada mesmo, meu Deus. Conto com o Senhor!
A esta altura algumas senhoras já não continham os sorrisos, outras estavam surpresas e algumas aconselharam a velha senhora:
- Olha, Dona Maria, as orações não funcionam assim... Existe uma maneira correta de rezar e pedir as graças desejadas... Se preferir, continuamos rezando mais alguns minutos por sua neta e a senhora pode voltar para sua casa, está bem?
A mulher acenou com a cabeça, agradeceu e sentiu-se desconsolada, pois nem rezar por sua neta conseguiu fazer direito.
Chegando em casa, ao entrar, assustou-se ao ver a neta correndo ao seu encontro.
Cheia de alegria e felicidade, deu um grande e caloroso abraço na menina, dizendo:
- Minha neta, você esta de pé! Como é possível?!?
E a menina, olhando carinhosamente para a avó, disse:
- Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando; porém, entrou um homem no meu quarto, muito alto, vestido de branco e mandou que eu levantasse. Não sei como, mas eu simplesmente levantei.
E com os olhos cheios de lágrimas, a menina continuou.
- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho...
Não importa como ou a forma que você reza. O que importa é o coração puro e a fé que você coloca em suas orações. Peça com fé, e você receberá.
Não importa em quem você acredita, a Fé faz toda a diferença - Acredite!!!
O Samurai e o Mestre Zen
Ele então disse ao Mestre:
- "Por que estou me sentindo inferior? Apenas um momento atrás, tudo estava bem. Quando aqui entrei, subitamente me senti inferior e jamais me sentira assim antes. Encarei a morte muitas vezes, mas nunca experimentei medo algum. Por que estou me sentindo assustado agora?"
O Mestre falou:
- "Espere. Quando todos tiverem partido, responderei."
Durante todo o dia, pessoas chegavam para ver o Mestre, e o Samurai estava ficando mais e mais cansado de esperar. Ao anoitecer, quando o quarto estava vazio, o Samurai perguntou novamente:
- "Agora o senhor pode me responder por que me sinto inferior?"
O Mestre o levou para fora. Era uma noite de lua cheia e a lua estava justamente surgindo no horizonte. Ele disse:
- "Olhe para estas duas árvores: a árvore alta e a árvore pequena ao seu lado. Ambas estiveram juntas ao lado de minha janela durante anos e nunca houve problema algum. A árvore menor jamais disse à maior: 'Por que me sinto inferior diante de você?' Esta árvore é pequena e aquela é grande - este é o fato, e nunca ouvi sussurro algum sobre isso."
O Samurai então argumentou:
- "Isto se dá porque elas não podem se comparar."
E o Mestre replicou:
- "Então não precisa me perguntar. Você sabe a resposta. Quando você não compara, toda a inferioridade e superioridade desaparecem. Você é o que é e simplesmente existe. Um pequeno arbusto ou uma grande e alta árvore, não importa, você é você mesmo. Uma folhinha da relva é tão necessária quanto a maior das estrelas. O canto de um pássaro é tão necessário quanto qualquer Buda, pois o mundo será menos rico se este canto desaparecer.
"Simplesmente olhe à sua volta. Tudo é necessário e tudo se encaixa. É uma unidade orgânica: ninguém é mais alto ou mais baixo, ninguém é superior ou inferior. Cada um é incomparavelmente único. Você é necessário e basta. Na Natureza, tamanho não é diferença. Tudo é expressão igual de vida!"
Pois então, meus queridos, tudo é expressão igual de vida...
De olho nas metas
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, á vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "jamais vou conseguir terminar minha viagem!
É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".
Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.
Foco nas metas e nos desejos... Não deixe de olhar para os problemas, seja responsável, mas muitos vão se resolver com o "andar da carroça".
Sendo amável
- Você poderia nos arranjar um quarto? O marido perguntou.
O atendente, um homem jovem e gentil com um largo sorriso, olhou o casal e explicou que estavam acontecendo três convenções na cidade.
- Todos os nossos quartos estão ocupados. Disse o balconista. - Mas eu não posso deixar o simpático casal na chuva à essa hora da noite. Se estiverem dispostos a dormir em meu quarto... Não é exatamente uma suite, mas será o suficiente para deixar-lhes confortáveis durante a noite.
Quando o casal recusou, o jovem insistiu,
- Não se importem comigo. Eu consigo me ajeitar
Assim o casal acabou concordando.
Ao pagar a conta na manhã seguinte, o homem disse ao jovem atendente,
- Você é o tipo de gerente que deveria cuidar do melhor hotel do país. Talvez algum dia eu construa um para você.
O atendente deu-lhes uma piscadela e sorriu. Os três deram uma boa gargalhada. Enquanto se afastavam, o casal comentou entre si que encontrar pessoas tão amigáveis e úteis não é fácil.
Dois anos se passaram. O atendente tinha-se esquecido do incidente quando recebeu uma carta daquele homem. Lembrava daquela noite de tempestade e incluía uma passagem de ida e volta para New York, pedindo que o jovem lhes fizesse uma visita.
O homem o recebeu em New York e conduziu-se lhe à um ponto da quinta avenida. Apontou então um novo e grande edifício, um palácio de pedras avermelhadas, com torres apontando para o céu.
- Aquele, - disse o homem, - é o hotel que eu só construí para que você seja o gerente.
- Você deve estar brincando. Respondeu o jovem.
- Posso garantir-lhe que não estou. O homem respondeu abrindo um sorriso.
O nome do homem era William Waldorf Astor, e a estrutura magnífica era o original The Waldorf-Astoria Hotel, hoje um dos hoteis mais luxuosos do mundo.
Aquele atendente que se tornou seu primeiro gerente era George C. Boldt.
Aquele atendente jamais imaginou que uma atitude tão simples como a de cumprir bem e amavelmente o seu papel, lhe levaria a se tornar o gerente de um dos mais fascinantes hotéis do mundo
Pratique a amabilidade... o céu pode se abrir...
20 Anos Cego
20 anos cego
Há muito tempo atrás, um casal de idosos que não tinha filhos, morava em uma casinha humilde de madeira, tinha uma vida muito tranquila, alegre, e ambos se amavam muito.Eram felizes. Até que um dia... Aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo.
O esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas e imediatamente tenta ajudá-la.
O fogo também atinge seus braços e, mesmo em chamas, consegue apagar o fogo.
Quando chegaram os bombeiros já não havia muito da casa, apenas uma parte, toda destruída.
Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave. Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada.
Ainda em seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava toda deformada, queimara todo o seu rosto.
Chegando ao quarto de sua senhora, ela foi falando:
— Tudo bem com você meu amor?
— Sim, respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e não posso mais enxergar, mas fique tranquila, amor, que sua beleza está gravada em meu coração para sempre.
Então triste pelo esposo, a senhora pensou consigo mesma:
"Como Deus é bom, vendo tudo o que aconteceu a meu marido, tirou-lhe a visão para que não presencie esta deformação em mim. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro. E Deus é tão maravilhoso que não deixou ele me ver assim, como um monstro Obrigado Senhor!"
Passado algum tempo e recuperados milagrosamente, voltaram para uma nova casa, onde ela fazia tudo para o seu querido e amado esposo, e o esposo agradecido por tanto amor, afeto e carinho, todos os dias dizia-lhe:
— COMO EU TE AMO. Você é linda demais. Saiba que você é e será sempre, a mulher da minha vida!
E assim viveram mais 20 anos até que a senhora veio a falecer. No dia de seu enterro, quando todos se despediam da bondosa senhora, veio aquele marido com os olhos em lágrimas, sem seus óculos escuros e com sua bengala nas mãos.
Chegou perto do caixão, beijou o rosto acariciando sua amada, disse em um tom apaixonante:
— Como você é linda, meu amor, eu te amo muito.
Ouvindo e vendo aquela cena, um amigo que está ao seu lado, perguntou se o que tinha acontecido era milagre. Pois parecia que o velhinho parecia enxergar sua amada.
O velhinho olhando nos olhos do amigo, apenas falou com as lágrimas rolando quentes em sua face:
— Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando vi minha amada esposa toda queimada e deformada, sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinte anos vivendo muito felizes e apaixonados! Foram os 20 anos mais felizes de minha vida.
E emocionou a todos os que ali estavam presentes.
sábado, 20 de outubro de 2012
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Família Moderna... e continuamos mudando...
- Moça, vocês têm pen drive?
- Temos, sim.
- O que é pen drive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um.
- Bom, pen drive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no computador.
- Ah, como um disquete...
- Não. No pen drive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes.
O disquete, que nem existe mais, só salva texto.
- Ah, tá bom. Vou querer.
- Quantos gigas?
- Hein?
- De quantos gigas o senhor quer o seu pen drive?
- O que é giga?
- É o tamanho do pen.
- Ah, tá. Eu queria um pequeno, que dê para levar no bolso sem fazer muito volume.
- Todos são pequenos, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que ele pode arquivar.
- Ah, tá. E quantos tamanhos têm?
Dois, quatro, oito, dezesseis gigas...
- Hmmmm, meu filho não falou quantos gigas queria.
- Neste caso, o melhor é levar o maior.
- Sim, eu acho que sim. Quanto custa?
- Bem, o preço varia conforme o tamanho. A sua entrada é USB?
- Como?
- É que para acoplar o pen no computador, tem que ter uma entrada compatível.
- USB não é a potência do ar condicionado?
- Não, aquilo é BTU.
- Ah! É isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB.
- USB é assim ó: com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do computador.
O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem que enfiar o pino no buraco redondo.
- Hmmmm! Enfiar o pino no buraquinho, né?
- He he he! O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for velho é P2.
- Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra do disquete?
Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso.
O meu primeiro computador funcionava com aqueles disquetes do tipo bolacha,
grandões e quadrados. Era bem mais simples, não acha?
- Os de hoje nem têm mais entrada para disquete. Ou é CD ou pen drive.
- Que coisa! Bem, não sei o que fazer. Acho melhor perguntar ao meu filho.
- Quem sabe o senhor liga pra ele?
- Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que
ainda não aprendi a discar.
- Deixa eu ver. Poxa, um Smarthphone! Este é bom mesmo! Tem Bluetooth, woofle,
brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, filmadora,
radio AM/FM, TV, dá pra mandar e receber e-mail, torpedo direcional, micro-ondas e
conexão wireless.
- Micro-ondas? Dá para cozinhar nele?
- Não senhor. Assim o senhor me faz rir. É que ele funciona no sub-padrão,
por isso é muito mais rápido.
- E Bluetooth? Estou emocionado. Não entendo como os celulares anteriores
não possuíam Bluetooth.
- O senhor sabe para que serve?
- É claro que não.
- É para um celular comunicar com outro, sem fio.
- Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se
comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei fio para ligar para outro celular.
Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a bateria...
- Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo.
Com o Bluetooth o senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio.
Lista de telefones, por exemplo.
- Ah, e antes precisava fio?
- Não, tinha que trocar o chip.
- Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais chip...
- Precisa, sim, mas o Bluetooth é bem melhor.
- Legal esse negócio do chip. O meu celular tem chip?
- Momentinho... Deixa eu ver... Sim, tem chip.
- E faço o quê, com o chip?
- Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe.
- Sei, sim, portabilidade, não é?, claro que sei. Não ia saber uma coisa dessas, tão simples?
Imagino, então que para ligar tudo isso, no meu celular, depois de fazer um curso de dois meses,
eu só preciso clicar nuns duzentos botões...
- Nããão! É tudo muito simples, o senhor logo apreende. Quer ligar para o seu filho?
Anote aqui o número dele. Isso. Agora é só teclar, um momentinho, e apertar no botão
verde... pronto, está chamando.
Haroldo segura o celular com a ponta dos dedos, temendo ser levado pelos ares,
para um outro planeta:
- Oi filhão, é o papai. Sim. Me diz, filho, o seu pen drive é de quantos... Como é mesmo o nome?
Ah, obrigado, quantos gigas? Quatro gigas está bom? Ótimo. E tem outra coisa, o que era mesmo? Nossa conexão é USB? É? Que loucura. Então tá, filho, papai está comprando o teu pen drive. De noite eu levo para casa.
- Que idade tem seu filho?
- Vai fazer dez em março.
- Que gracinha...
- É isso moça, vou levar um de quatro gigas, com conexão USB.
- Certo, senhor. Quer para presente?
Mais tarde, no escritório, examinou o pen drive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro,
capaz de gravar filmes? Onde iremos parar? Olha, com receio, para o celular sobre a mesa.
"Máquina infernal", pensa.
Tudo o que ele quer é um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos,
um equipamento sofisticado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou
tenha a infelicidade de ter mais de quarenta, saberá compreender.
Em casa, ele entrega o pen drive ao filho e pede para ver como funciona.
O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse,
abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um 'havy metal'
infernal invade o quarto e os ouvidos de Haroldo.
Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz:
- Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo o pen drive para qualquer lugar e
onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No meu celular, por exemplo.
- Teu celular tem entrada USB?
- É lógico. O teu também tem.
- É? Quer dizer que eu posso gravar músicas num pen drive e ouvir pelo celular?
- Se o senhor não quiser baixar direto da internet...
Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo em Clarinha e disse:
- Sabe que eu tenho Bluetooth?
- Como é que é?
- Bluetooth. Não vai me dizer que não sabe o que é?
- Não enche, Haroldo, deixa eu dormir.
- Meu bem, lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador,
toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão, para as coisas funcionarem?
- Claro que lembro, Haroldo. Hoje é bem melhor, né?
Várias coisas numa só, até Bluetooth você tem.
- E conexão USB também.
- Que ótimo, Haroldo, meus parabéns.
- Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido.
Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, que nunca vou usar.
- Ué? Por quê?
- Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e tudo o que sei já está superado.
- Por falar nisso temos que trocar nossa televisão.
- Ué? A nossa estragou?
- Não. Mas a nossa não tem HD, tecla SAP, slowmotion e reset.
- Tudo isso?
- Tudo. Boa noite, Haroldo, vai dormir.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Pão com Manteiga
Conta a história de um casal que tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"
Moral da história:
1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você....
3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.
4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.
PS: Tão simples como um pão com manteiga!
domingo, 11 de julho de 2010
A história do lápis
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Amor em família...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Cuidado Ratoeira!
Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao curral da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha disse: - Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
O porco disse: - Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo, que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca. A vaca lhe disse: - O que, Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? - Acho que não! Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre. Para amenizar a sua febre, nada melhor que uma canja de galinha. Então, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Então, para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. Então, o fazendeiro sacrificou a vaca, para poder alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que: quando existir uma ratoeira, todos corremos risco.
"O problema de um é problema de todos, quando convivemos em equipe."
domingo, 13 de dezembro de 2009
O P R Í N C I P E C H I N Ê S
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Mas, ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração. E disse-lhe:
- Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire essa idéia da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu:
- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isso já me torna feliz.
Chegou, então, a grande data. À noite, a jovem dirige-se ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc.
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que, se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas, cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada, lá estava ela, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada qual, porém, com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado, indicando a pobre e bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente, o príncipe esclareceu:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz: a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram
estéreis.
Se, para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um vencedor.
Beijo do seu Pai.
Torne-se um lago...
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal
em um copo d'água e bebesse.
-- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
-- "Ruim " disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse
a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago,
então o velho disse:
-- "Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
-- "Qual é o gosto?"
-- "Bom!" disse o rapaz.
-- Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre?
-- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
-- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende aonde a
colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer
é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago..
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Não deixe as oportunidades escaparem...
cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:
"Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos..."
Responde ele, "Mas em um momento se vive uma vida"
e na seqüência a conduz num inesquecível tango./
Esta rápida cena vale o filme.
E, rebatendo isso para nossas vidas temos:
Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só
alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim.
Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se
esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.
Tempo todo mundo tem, por igual.
Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia.
A diferença é o que cada um faz do seu tempo.
-- Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon:
"A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro".