domingo, 30 de setembro de 2007
Lição Viva
Era uma tarde de domingo ensolarada na cidade de
Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois
filhos para jogar mini-golf.
Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e
perguntou:
-- Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
-- São três dólares para o senhor e para qualquer criança
maior de seis anos.
-- A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou
menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
-- O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim? Se
tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não
saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado
três dólares.
O pai, sem perturbar-se, disse:
-- Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças
saberiam que não é essa a verdade.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em
moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e
justo. Nesses dias de tanta corrupção e descaso para com
o ser humano, vale a pena refletirmos sobre que exemplo
temos sido para os outros.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem
lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
O Obstáculo mais Difícil da Vida
Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à
sabedoria.
Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil no
grande caminho da vida.
No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o
genitor benevolente chamou-os a si e confiou-lhes curiosa tarefa.
Iriam os três ao palácio do príncipe governante, conduzindo algumas
dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.
O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.
O segundo levaria uma corça rara.
O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.
O trio recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a
pequena viajem de três milhas; no entanto, no meio do caminho, começaram
a discutir.
O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão
puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao
carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar; este
último aconselhava o portador do vaso valioso, para que não caísse.
O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, porquanto cada
viajante permanecia atento as obrigações que diziam respeito aos outros,
através de observações acaloradas e incessantes.
Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, olvida a própria
tarefa, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do
companheiro, e o vaso, premido pelas inquietações de ambos, escorrega,
de súbito, para espatifar-se no cascalho.
Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal,
que foge espantado.
O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, e o bolo se perde
totalmente no chão.
Desapontados e irritadiços, os três rapazes voltam a presença do pai,
apresentando cada qual a sua queixa de derrota.
O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:
-- Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse
vigilante na própria tarefa, não colheriam as sombras do fracasso. O
mais intrincado problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar
dos próprios negócios, sem intrometer-se nas atividades alheias.
Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as
nossas viverão esquecidas.
sábado, 15 de setembro de 2007
Vidro ou Diamante
grama em que pisava chamou sua atenção.
Deu uma olhada sem se abaixar e pensou "Deve ser um caco de vidro" e
foi embora.
Mais tarde outro homem na mesma situação percebeu o brilho, abaixou-se,
pegou a pedra meio suja e viu que era talhada como um lindo diamante.
Parecia mesmo um diamante enviando raios luminosos com as cores do
arco-íris quando colocado ao sol.
O homem pensou "Puxa, será um diamante? Desse tamanho? Perdido aqui? Como
veio parar aqui? Talvez eu devesse levar a um joalheiro pra ver ser
é mesmo.
Olhava e olhava e de repente disse a si mesmo: "Que idiota eu sou,
imagina se isso é um diamante, só pode ser um vidro talhado em forma de
diamante que caiu de algum anel de bijuteria. Porque um cara como eu
iria achar um diamante ? E se eu levar a um joalheiro ainda vou ter que
agüentar a gozação do homem por eu ter achado que podia ser um diamante...
Ha...logo eu ia achar um diamante assim... perdido numa grama...logo eu...
E assim pensando jogou de novo a pedra na grama e atravessou a avenida
até meio triste pela sua pouca sorte.
No dia seguinte outro homem passando pelo mesmo lugar viu a pedra,
atraído pelo seu brilho.
"Que beleza de pedra" ele pensou ! "Parece um diamante, talvez até
seja um diamante, mas também pode ser apenas um pedaço de vidro imitando
um diamante...
O melhor que tenho a fazer é leva-la a um joalheiro e pedir uma
avaliação." E colocou a pedra no bolso.
Tendo levado-a para avaliação mais tarde descobriu ser um verdadeiro
diamante, de muitos quilates e com uma lapidação especial.
Era uma pedra muito valiosa ! Realmente especial e o homem ficou muito
feliz com a sua boa sorte !
Na nossa vida as vezes encontramos pessoas que são como esse
diamante...valiosas!
Pena que nem sempre nos damos o tempo para avalia-las confiando na nossa
primeira, e muitas vezes errônea, impressão, ou simplesmente achando que
nunca tivemos sorte, então, porque aquela pessoa apareceria justamente
pra nós ?
Pare... tente avaliar bem as pessoas... procure descobrir o quanto elas podem ser valiosas na sua companhia.
domingo, 2 de setembro de 2007
Mãe, criação de Deus
Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
Você já leu as especificações desta encomenda?
Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes moveis e substituíveis, funcionar a base de café‚ e sobras de comida.
Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças.
Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.
O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
Seis pares de mãos Senhor? Parece impossível?
Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe: Eu te compreendo e te amo! sem dizer uma palavra.
E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
Senhor...já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.
Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
Não posso, já esta quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...
O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
É muito delicada, Senhor!...
Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!
O anjo, analisando melhor a criação, observa:
Ha um vazamento ali Senhor...
Não é um simples vazamento, é uma lagrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.
Vós sois um gênio, Senhor! disse o anjo entusiasmado com a criação.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
O que é o Amor ?
Quando uma delas perguntou à professora : Professora, o que é o amor ?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da
pergunta inteligente que fizera.
Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma
volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o
sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse :
Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse : Eu trouxe esta flor, não é linda ?
A segunda criança falou : Eu trouxe esta borboleta.
Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou : Eu trouxe este filhote de passarinho.
Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha ?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que
tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou :
Meu bem, por que você nada trouxe ?
E a criança timidamente respondeu :
Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume.
Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume
exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve, colorida.
Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore,
notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de
liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do
passarinho.
Como posso mostrar o que trouxe ?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora
a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Lenço amarelo
Era uma vez um jovem que se encontrava em um trem e
mostrava-se muito ansioso, nervoso e caminhava de um lado
para o outro.
Então um senhor que já a algum tempo o observava disse-lhe:
-- Rapaz, por que estás tão inquieto?
O rapaz respondeu:
-- Não adianta contar-lhe pois não podes me ajudar. E
continuou ansioso, andando de um lado para o outro.
O senhor, mais uma vez tentou conversar com ele dizendo:
Meu rapaz, conte-me o que está te angustiando tanto. Talvez
eu possa te ajudar.
Então o jovem falou:
-- Há muito tempo atrás deixei meu pai, minha casa e fui
morar longe. Tentar uma vida independente, mas, agora
resolvi voltar e então escrevi, pedindo para meu pai
receber-me de volta e avisei-lhe que estaria nesse trem.
Se ele concordasse com minha volta, pedi que amarrasse um
lenço amarelo em um galho bem alto da árvore que fica na
frente da casa. Agora, o que está me angustiando é que
estou chegando e tenho receio de que não tenha nenhum
lenço, então saberei que ele não me perdoou e assim,
seguirei em viagem.
O senhor, então lhe falou:
-- Fique tranqüilo que eu ficarei na janela e olharei
prá você.
Quando se aproximou do lugar onde o rapaz morava, o senhor
colocou-se na janela.
Passando o trem, o rapaz perguntou:
-- E então? Vês um lenço amarelo na árvore?
O homem respondeu:
-- Não. Eu não vejo um lenço amarelo... Mas, muitos lenços
amarelos... Um em cada galho da árvore!!!
domingo, 5 de agosto de 2007
Amor!
Um dia, um velhinho foi a uma de suas consultas periódicas ao médico, só que desta vez um pouco apressado.
O médico então lhe perguntou:- Porque a pressa? e ele respondeu:- Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo.
E o médico comentou: - Que bacana! Então vocês matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!!
E o velhinho diz: - Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença.
O médico surpreso então pergunta: - Mas porque, então, tanta pressa para vê-la, já que ela não o reconhece mais?
E com um sorriso no rosto, o velhinho responde: - Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida há tantos anos.
Por isso todos os dias eu a reconquisto, como se cada conquista fosse única e verdadeira.
Este é o verdadeiro amor... INCONDICIONAL!!!
domingo, 29 de julho de 2007
O nó Górdio...
Oito séculos antes de Cristo, na época dos gregos, uma profecia prometeu o trono vago da Prígia (na atual Turquia) à primeira pessoa que entrasse em sua capital dirigindo um carro de boi. Um camponês chamado Górdio cumpriu a profecia e foi coroado. Em comemoração, colocou a carroça dentro do templo de Zeus e a amarrou a um poste com um nó extremamente complicado, impossível de desatar.
Outra profecia difundiu a idéia de que quem conseguisse desatar tal nó se tornaria soberano de toda a Ásia. Cerca de 500 anos se passaram sem que ninguém conseguisse realizar a façanha, até que o jovem Alexandre Magno passou por lá, no ano de 333 antes de Cristo.
Ambicioso, tentou de todo jeito desatar o nó, sem sucesso. Por fim, desembainhou a espada e cortou o nó ao meio, para espanto dos habitantes da cidade.
Poucos anos depois, ele tinha enfiado boa parte da Ásia no bolso.
Daí o significado da expressão “cortar o nó górdio”, que quer dizer resolver uma situação intrincada de maneira rápida e decisiva.
Como manter o amor?
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina perguntou:
- Mãe, como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pegue um pouco de areia e feche sua mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pegue outra vez um pouco de areia e mantenha-a na mão semi-aberta como se fosse uma colher, fechada o bastante para protegê-la, mas aberta o bastante para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz para durar um amor...
Milho bom
Essa é uma história de um fazendeiro que todos os anos vencia o prêmio “Milho Crescido”. Certa vez um repórter entrevistou-o e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivava o milho. O repórter descobriu que ele compartilhava as suas sementes de milho com os vizinhos.
- Como compartilha as suas melhores sementes de milho com seus vizinhos se está a competir com eles? – perguntou o jornalista.
- Por quê? – disse o fazendeiro. - Não sabes? O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Para continuar a cultivar milho bom tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.
O fazendeiro estava atento às conectividades da vida. O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore. Assim é também
Atravessando o Rio
Dois monges viajavam juntos por um caminho lamacento. Chovia torrencialmente o que dificultava a caminhada. A certa altura tinham que atravessar um rio, cuja água lhes dava pela cintura. Na margem estava uma moça que parecia não saber o que fazer...
- Quero atravessar para o outro lado, mas tenho medo
Então o monge mais velho carregou a moça às suas costas para a outra margem.
- Nós, monges, não nos devemos aproximar das mulheres, especialmente se forem jovens e atraentes. É perigoso. Por que fez aquilo?
sábado, 14 de julho de 2007
Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?”
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?"
Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?”
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
”Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?”
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por que?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.”
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Mahatma Gandhi
Qualidades em serviços
Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos.
Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações.
Nunca chegava atrasado.
Por isso mesmo já estava com 02 anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação.
Certo dia, porém, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação:
- Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
Fiquei sabendo que o Fernando, que tem o mesmo cargo que eu e está na empresa há somente 06 meses e já vai ser promovido ??...
Gustavo, fingindo não ouvi-lo, disse:
- Foi bom você vir aqui.
Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.
Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
- E aí Paulo? - Perguntou Gustavo.
- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim...
- E quanto custa ???
- Ah, Isso eu não perguntei não...
- Eles tem abacaxi suficiente para atender a todo nosso pessoal ???
- Também não perguntei isso não...
- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi ???
- Não sei não...
- Muito bem Paulo. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco.
O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Fernando.
Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo.
Em dez minutos, Fernando voltou.
- E então ??? - Indagou Gustavo.
- Eles têm abacaxi, sim Seu Gustavo. E é o suficiente para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a
laranja a R$20,00 o cento, já descascada... Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles nos concederão um desconto de 15%. Deixei reservado...
Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo o pedido! - Explicou Fernando.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.
Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado e perguntou- lhe:
- Paulo, o que foi que você estava me dizendo ???
- Nada não, patrão. Esqueça. Com licença...
E Paulo deixou a sala...
Quanto custa?
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o senhor ganha por hora?
O pai, num gesto severo, responde:
- Meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Por isso, não me amole, estou cansado!!!
Mas o filho insiste:
- Mas papai...então, diga, quanto o senhor ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então, papai, o senhor poderia me emprestar um real?
O pai, já cansado daquela conversa respondeu bravo:
- Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me incomode!
Já era noite quando o pai, por algum momento raro, começou a pensar no que havia acontecido com o filho e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo.
Querendo aliviar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo?
- Não, papai! – o garoto respondeu sonolento e choroso.
- Olha, aqui está o dinheiro que me pediu: um real.
- Muito obrigado, papai! – disse o filho, levantando-se rapidamente e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
Sem palavras, sem moral da história!
Quem decide por mim?
Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo à uma banca de jornais.
"O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
" - Ele sempre te trata com tanta grosseria? "
" - Sim, infelizmente foi sempre assim..."
" - E você é sempre tão polido e amigável com ele?
" - Sim, procuro ser."
" - Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você? "
" - Por que não quero que ele decida como eu devo agir."
Nós é que decidimos como devemos agir e reagir - não os outros!
sábado, 30 de junho de 2007
AINDA TOMAREMOS UM CAFÉ JUNTOS
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf.
Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim.
O professor, então, pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a dentro do pote.
As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim.
Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote.
A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio.
O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia.
Os estudantes riam da situação, quando o professor falou:
"Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas.
As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos.
São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade.
As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc...
A areia representa todas as pequenas coisas.
Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude.
O mesmo ocorre em nossas vidas.
Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes.
Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade.
Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos,dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele,
busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito...
Sempre haverá tempo para as outras coisas mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar.
O resto é apenas areia."
Um aluno se levantou e perguntou o que representa o café.
O professor respondeu:
"Que bom que me fizeste esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida,
sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo."
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Airton Galarça - Pai, amigo, médico.
Meta: Orientar e ajudar meus dois filhos, Alícia e Lorenzo, a encontrar a felicidade, adquirir autoconfiança e valorizar o amor, a amizade, o respeito, a sinceridade e a honestidade, valores cada vez mais escassos no nosso mundo.
Experiências da vida: Cometi muitos erros,mas assumi as responsabilidades e as conseqüências por todos esses atos, especialmente as lições aprendidas. A soma desses erros com todos os acontecimentos positivos que aconteceram na minha vida me fez do jeito que sou e sei que hoje estou muito melhor.
terça-feira, 26 de junho de 2007
A Idosa
Vinte anos atrás, eu ganhava a vida como motorista de táxi.
Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite, era Agosto.
Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.
Quando eu cheguei às 2:30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Assim, fui até a porta e bati.
"Um minuto", respondeu uma voz débil e idosa.
Uma octogenária pequenina apareceu.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon.
Toda a mobília estava coberta por lençóis.
Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu :
-- O Senhor poderia ir pelo centro da cidade ?
-- Não é o trajeto mais curto, alertei-a prontamente.
-- Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos.
Eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
-- Eu não tenho mais família, continuou. O médico diz que tenho pouco tempo.
Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei :
-- Qual o caminho que a Senhora deseja que eu tome ?
Nas duas horas seguintes, nós dirigimos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista.
Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados; em outro, hoje um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha.
De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de
repente:
-- Eu estou cansada. Vamos agora!
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a uma casa de repouso.
Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou.
Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
-- Quanto lhe devo? ela perguntou, pegando a bolsa.
-- Nada, respondi.
-- Você tem que ganhar a vida, meu jovem.
-- Há outros passageiros, respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço.
Ela me envolveu comovidamente.
-- Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada.
Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada.
Era o som do término de uma vida.
Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.
Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos.
Todavia, os pequenos momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
"AS PESSOAS PODEM NÃO LEMBRAR EXATAMENTE O QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE, MAS ELAS SEMPRE LEMBRARÃO DE COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR".
Colaboração: Renato Antunes Oliveira
Fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006127.php.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Cuidado Ratoeira!
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao curral da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha disse: - Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
O porco disse: - Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo, que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca. A vaca lhe disse: - O que, Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? - Acho que não! Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre. Para amenizar a sua febre, nada melhor que uma canja de galinha. Então, o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Então, para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. Então, o fazendeiro sacrificou a vaca, para poder alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que: quando existir uma ratoeira, todos corremos risco.
"O problema de um é problema de todos, quando convivemos em equipe."
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Dicas para ser mais criativo
- Nunca se contente com a primeira idéia que lhe ocorrer. Busque outras para, entre muitas, escolher a melhor
- Não se acomode. Sempre existe uma maneira de fazer melhor, mais rápido ou com menor custo aquilo que você já faz. Se você não pensar nisso, alguém irá pensar
- Seja curioso. Evite reproduzir tarefas mecanicamente. Busque as causas, os porquês, as implicações. Muitas idéias surgem daí
- Idéias não saem do nada. Associe, adapte, substitua, modifique, reduza. As combinações são infinitas
- Não acredite em bordões como "isso nunca vai funcionar" ou "em time que está ganhando não se mexe". O novo sempre assusta. Toda idéia tem de quebrar resistências
- Tenha iniciativa. Muitas boas idéias acabam no fundo da gaveta porque seus autores não tomam a decisão de mostrá-las aos outros
- Ouça os outros. Principalmente se eles pensam diferente de você. As idéias se desenvolvem com a divergência
- Faça de vez em quando coisas que contrariem seus hábitos, no trabalho ou no lazer. Por exemplo: se você gosta de filmes de ação, assista a um drama romântico. Se é fã de rock, tente o jazz. Sair da rotina é sempre estimulante para o cérebro