sexta-feira, 8 de maio de 2009
Então, decidiram que visitariam um velho professor do tempo de faculdade, agora aposentado, e que fora sempre uma inspiração para eles.
Durante a visita, o bate-papo se transformou em reclamação sobre o stress em seus trabalhos, vidas e relacionamentos.
Ao oferecer chocolate quente a seus visitantes, o professor foi na cozinha e retornou com uma jarra cheia da bebida e com uma variedade grande de canecos.
Alguns deles eram de porcelana, outros de vidro, outros de cristal… uns simples, outros bem caros e bonitos, e outros bem feios.
Então ele convidou cada um a se servir da bebida.
Quando todos eles já estavam com o chocolate quente em mãos, o professor compartilhou seu pensamento:
- “Percebam que todos os canecos caros e bonitos foram os escolhidos, e que os simples e baratos foram deixados na mesa?”
- “Embora vocês achem normal desejarem somente os melhores para si, é aí que está a fonte de seus problemas e stress.”
- “O caneco no qual você está bebendo, não acrescenta nada à qualidade da bebida. Na maioria das vezes, ele é apenas mais caro. Às vezes, ele até esconde o que estamos bebendo.”
- “O que cada um de vocês queria, na verdade, era chocolate quente. Vocês não queriam o caneco… mas vocês inconscientemente escolheram os melhores.”
- “E logo vocês começaram a olhar uns para os canecos dos outros.”
- Agora amigos, por favor, considerem o seguinte:
- “A vida é o chocolate quente. Seu emprego, seu dinheiro, e sua posição na sociedade são os canecos.”
- “Eles são apenas ferramentas que fazem parte da vida.”
- “Os canecos que vocês têm em mãos, não definem nem mudam a qualidade de vida que vocês vivem.”
- “Às vezes, ao nos concentrarmos somente no caneco,deixamos de saborear o chocolate quente - a Vida.”
- “Lembrem-se sempre disto:- A vida nos oferece o chocolate. Ele não escolhe o caneco.”
- As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor de tudo. Mas simplesmente as que fazem o melhor de tudo que têm!
Vivam simplesmente
Amem generosamente
Cuidem-se imensamente
Falem bondosamente
E lembrem-se:- Os mais ricos não são os que têm mais,mas os que precisam de menos.
Aproveitem seu chocolate quente!!
Texto modificado por Airton Galarça
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas
Pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância
estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um
grão de areia.
Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada
nácar.
Quando o grão de areia penetra as células do nácar, começam a trabalhar
e cobrir o grão com camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando ali no seu interior.
Uma ostra que não foi ferida, nunca vai produzir pérolas, pois a pérola
é uma ferida cicatrizada.
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas?
Já sentiu duros golpes de preconceito?
Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produziu uma pérola.
Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de
sentimento.
A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas
abertas alimentando-as com de sentimentos pequenos, não permitindo que
cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "ostras vazias" não por que
não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e
transformar a dor em amor.
Fabrique pérolas você também!
segunda-feira, 30 de março de 2009
Quem dobrou seu pára-quedas hoje?
Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um
míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos
numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou
a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
-- Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado,
não é mesmo?
-- Sim, como sabe?, perguntou Plumb.
-- Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem,
não é verdade?"
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
-- Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando
e perguntando-se:
Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro.
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco
enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a
vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:
-- Quem dobrou seu pára-quedas hoje?
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir
adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico,
um emocional, um mental e até um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos
de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam
no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.
Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda
simplesmente de dizer algo amável.
Que tal a partir de hoje procurarmos dar conta de quem prepara nosso
pára-quedas de cada dia e agradecer-lhe???
Mesmo que não tenhamos as melhores palavras, algo de importante a dizer, é
conveniente, salutar e primordial, ao menos dizermos BOM DIA, Obrigado por
este sorriso, Obrigado por este café, por este momento.... etc etc etc...
Com certeza, se todos nós, a cada momento, nos preocuparmos com os
pára-quedas dos próximos, TODOS lucraremos. Todos precisamos uns dos
outros...
Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações
simples. Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um singelo
OBRIGADO.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O tempo
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Marcas no coração
Um jovem estava no centro da cidade, proclamando ter o coração mais belo da região. Uma multidão o cercou e todos admiraram o seu coração.Não havia marca ou qualquer outro defeito. Todos concordaram que aquele era o coração mais belo que já tinham visto.
O jovem ficou muito orgulhoso por seu belo coração. De repente, um velho apareceu diante da multidão e disse:
-- Por que o coração do jovem não é tão bonito quanto o meu?
A multidão e o jovem olharam para o coração do velho, que estava batendo com vigor, mas tinha muitas cicatrizes. Havia locais em que pedaços tinham sido removidos e outros tinham sido colocados no lugar, mas estes não encaixavam direito, causando muitas irregularidades. Em alguns pontos do coração, faltavam pedaços.
O jovem olhou para o coração do velho e disse:
-- O senhor deve estar brincando... compare nossos corações. O meu está perfeito, intacto e o seu é uma mistura de cicatrizes e buracos!
-- Sim, - disse o velho. - olhando, o seu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu. Veja, cada cicatriz representa uma pessoa para a qual eu dei o meu amor. Tirei um pedaço do meu coração e dei para cada uma dessas pessoas. Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu, mas, como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades. Mas eu as estimo, porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos. Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu. Por isso, há buracos. Eles doem. Ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas... um dia espero que elas retribuam, preenchendo esse vazio. E aí, jovem? Agora você entende o que é a verdadeira beleza?
O jovem ficou calado e lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ele aproximou-se do velho. Tirou um pedaço de seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto. O jovem olhou para o seu coração, não mais perfeito como antes, mas mais belo que nunca.
Os dois se abraçaram e saíram caminhando lado a lado.
Como deve ser triste passar a vida com o coração intacto.
sábado, 29 de novembro de 2008
O lençol sujo
Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito
tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam
café, a mulher reparou atráves da janela em uma vizinha
que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
- Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse
intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar
as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã,
a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou
com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu
a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia
seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas
no varal.
Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis
muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer
ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que outra
vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da
nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos
os fatos.
domingo, 16 de novembro de 2008
A Caixinha
Há certo tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse :
-- Isto é pra você, paizinho !.
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a
-- explodir quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou, dizendo :
-- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa ?
A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse :
-- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai.
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos daqueles que nos amam......
Obrigado, minha filha querida por tantas caixinhas de beijos que tenho recebido... Beijos com amor ... minha Princesa amada...
A Aranha
Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira :
"Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem !!!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado :
-- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
-- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou :
-- "Vamos, entremos nesta trilha !"
-- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha !? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas".
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus, como sempre, em sua SABEDORIA e BONDADE infinita, dá a cada Ser, tão só o que é necessário para sua subsistência, e somente espera que tenhamos confiança n'Ele para Seu Poder, Glória e Proteção se manifeste de forma JUSTA e PERFEITA.
Faça vc, algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
Que nesta nova semana possamos entender as coisas de Deus e o que Ele tem feito em nossas vidas !!!!!
Você pode substituir a palavra Deus por aquela que acredites ser o depositário da sua fé! Eu acredito na Humanidade como um todo - "que a força esteja contigo"!!!
A Águia e as Galinhas
Um camponês criou um filhote de águia junto com suas galinhas.
Tratando-a da mesma maneira que tratava as galinhas, de modo que ela pensasse que também era uma galinha.
Dando a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-a ciscar para complementar a alimentação, como se fosse uma galinha.
E a águia passou a se portar como se galinha fosse.
Certo dia, passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês :
-- Isto não é uma galinha, é uma águia !
O camponês retrucou : - Agora ela não é mais uma águia, agora ela é uma galinha !
O naturalista disse : - Não, uma águia é sempre uma águia, vamos ver uma coisa...
Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse :
-- Voa, você é uma águia, assuma sua natureza ! - Mas a águia não voou, e o camponês disse :
-- Eu não falei que ela agora era uma galinha !
O naturalista disse : - Amanhã, veremos...
No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha.
O naturalista levantou a águia e disse :
-- Águia, veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo, veja, todas estas nuvens podem ser suas.
Desperte para sua natureza, e voe como águia que és...
A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, ficou um pouco confusa no início, sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada.
Então, ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou, de vagar, suas asas e partiu num vôo lindo, até que desapareceu no horizonte azul.
Criam as pessoas como se galinhas fossem, porém, elas são águias.
Todos podemos voar, se quisermos.
Voe cada vez mais alto, não se contente com os grãos que lhe jogam para ciscar.
Nós somos águias, não temos que agir como galinhas, como as vezes querem que sejamos.
Pois com uma mentalidade de galinha fica mais fácil controlar as pessoas, elas abaixam a cabeça para tudo, com medo.
Conduza sua vida de cabeça erguida, respeitando os outros, sim, mas com medo, nunca !
domingo, 2 de novembro de 2008
A Menina do Vestido Azul
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito
bonita.
Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local no
mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor
resolveu dar-lhe um vestido novo.
Assim raciocinou o mestre: "é uma pena que uma aluna tão encantadora venha
às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse
comprar para ela um vestido azul."
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que,
com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja
como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas.
Ao fim de uma semana, disse o pai:
"Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e
bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você
ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura
nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"
E assim fez o humilde casal.
Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e
os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas
residências.
Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso
passou um político que, bem impressionado, disse:
"É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do
governo".
E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar
uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao
bairro.
Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o
país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele simples professor consertar toda a rua, nem
criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o
país.
Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro
movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação.
É difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Hospital psiquiátrico - O teste da banheira
Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: - Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor: - Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie.
De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
Dedicado a todos que escolheram o balde.
A vida tem muito mais opções...
E muitas das vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos. ..
domingo, 26 de outubro de 2008
Mamãe e Bebê Camelo
Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, andando a toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
-- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
-- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
-- Porque os camelos tem corcova?
-- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
-- Certo, e porque nossas pernas sao longas e nossas patas arredondadas?
-- Filho, certamente elas sao assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! disse a mae, toda orgulhosa.
-- Certo! Então, porque nossos cílios sao tao longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
-- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! disse a mãe com orgulho nos olhos.
-- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então que estamos fazendo aqui no Zoológico???
Habilidade, conhecimento, capacidade e experiencias sao úteis se você estiver no lugar certo.
Onde você está agora???
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Cachorrinho
Um menino entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.
- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas, eu só tenho 3 dólares...
- Poderia ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo.
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível.
O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril - mancaria e andaria devagar para sempre.
O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
- Não, você não vai querer comprar esse.
Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.
O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:
- Eu não quero que você o dê para mim.
Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo.
Na verdade, eu lhe dou 3 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.
Surpreso, o dono da loja contestou:
- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho.
Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
O menino ficou muito sério, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça,
deixando à mostra a prótese que usava para andar...
Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- Veja... não tenho uma perna...
Eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus "defeitos", quando na verdade somos tão iguais ou pior do que elas.
Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são.
Amar a todos é difícil, mas não impossível.
"Nunca saberei o suficiente de algo, para que em algum momento de minha vida deixe de ser um aprendiz"
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
O príncipe corajoso, o monstro invulnerável e a arma da verdade.
Havia, certa vez, um príncipe, hábil no manejo de cinco armas. Um dia, ao retornar de seu treinamento, encontrou um monstro de pele invulnerável.
O monstro partiu para cima do príncipe que permaneceu em guarda e sem se atemorizar. Este atirou, no monstro, uma flecha. Depois, atirou-lhe uma lança que não penetrou na grossa pele do monstro. Em seguida, atirou-lhe uma barra e um dardo que nem chegaram a ferir o monstro. Brandiu-lhe a espada, mas ela se quebrou.
O príncipe, então, atacou o monstro com punhos e pés, mas em vão, pois o monstro o agarrou com seus enormes braços e o manteve afastado. O persistente e corajoso príncipe tentou usar a cabeça como arma, mas foi em vão.
O monstro disse : "É-lhe inútil resistir; eu vou devorá-lo."
O príncipe respondeu : "Não pense você que usei todas as minhas armas, e que esteja sem recursos; ainda tenho uma arma escondida. Se me devorar, eu o destruirei de dentro de seu estômago."
A coragem do príncipe abalou o monstro que lhe perguntou : "Como você fará isso ? "
O príncipe respondeu : "Com o poder da Verdade."
Então, o monstro soltou o príncipe, pedindo a ele que lhe ensinasse a Verdade.
A moral desta fábula é para encorajar os discípulos a perseverarem em seus esforços e para não se amedrontarem diante dos muitos reveses.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Criatividade
cachorrinho para não se sentir tão só naquelas regiões.
Um dia, já na expedição, o cachorrinho começa a brincar de caçar
mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari.
Nisso vê que vem perto uma pantera correndo em sua direção.
Ao perceber que a pantera irá devorá-lo, pensa rápido no que fazer.
Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los.
Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:
-- "Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer !"
A pantera pára bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho e
vai pensando :
-- "Que cachorro bravo ! Por pouco não come a mim também !"
Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a
cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi
enganada pelo cachorro.
Mas o cachorrinho percebe a manobra do macaco.
O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história.
Então, a pantera furiosa diz :
-- "Cachorro maldito ! Me vai pagar ! Agora vamos ver quem come a quem
!"
-- "Depressa !", disse o macaco."Vamos alcançá-lo"
E saem correndo para buscar o cachorrinho.
O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz
o macaco montado em suas costas.
-- "Ah, macaco desgraçado ! O que faço agora ?" - Pensou o cachorrinho.
O cachorrinho ao invés de sair correndo, fica de costas como se não
estivesse vendo nada, e quando a pantera está a ponto de atacá-lo de
novo,o cachorrinho diz :
-- "Maldito Macaco preguiçoso ! Faz meia hora que eu o mandei me trazer
uma outra pantera e ele ainda não voltou !"
"Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o
conhecimento"
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Ajudando a Chorar
A menina chegou em casa atrasada para o jantar.
Sua mãe tentava acalmar o nervoso pai enquanto pedia explicações sobre o que havia acontecido.
A menina respondeu que tinha parado para ajudar Janie, sua amiga, porque ela tinha levado um tombo e sua bicicleta tinha se quebrado.
-- E desde quando você sabe consertar bicicletas? - perguntou a mãe.
-- Eu não sei consertar bicicletas! - disse a menina, eu só parei para ajuda-la a chorar.
Não muitos de nós sabemos consertar bicicletas. E quando nossos amigos caíram e quebraram, não as suas bicicletas mas suas vidas, poucas vezestivemos capacidade para conserta-la. Não podemos simplesmente consertar a vida de outra pessoa, embora isso seja o que nós gostaríamos de fazer.
Mas como a menina, nós podemos parar para lhes ajudar a chorar. Se isso é o melhor que nós podemos fazer... e isso é muito!
segunda-feira, 19 de maio de 2008
O segredo da felicidade
Há uma fábula maravilhosa sobre uma menina órfã que não tinha nem família nem ninguém para amá-la. Certo dia, sentindo-se excepcionalmente triste e sozinha, ela foi passear por um prado e viu uma pequena borboleta presa num arbusto de espinhos. Quanto mais a borboleta lutava para se libertar, mais os espinhos cortavam suas asas frágeis. A menina órfã libertou cuidadosamente a borboleta de sua prisão de espinhos. Em vez de voar para longe, a pequena borboleta transformou-se numa bonita fada. A menina esfregou os olhos, sem acreditar.
- Por sua maravilhosa gentileza – disse a boa fada à menina -, vou realizar qualquer desejo que você escolher.
A menina pensou um pouco e depois respondeu:
- Eu quero ser feliz!
A fada disse:
- Muito bem – e, inclinando-se na direção dela, sussurrou alguma coisa no seu ouvido. Em seguida, a fada desapareceu.
Enquanto a menina crescia, não havia ninguém na região tão feliz quanto ela. Todos lhe perguntavam o segredo da sua felicidade. Ela apenas sorria e respondia:
- O segredo da minha felicidade é que ouvi o que uma boa fada me disse quando eu era menina.
Quando estava bem velhinha, em seu leito de morte, todos os vizinhos se reuniram à sua volta, com medo de que o maravilhoso segredo morresse com ela.
- Conte, por favor – imploraram eles. – Conte o que a boa fada disse.
A adorável velhinha simplesmente sorriu e respondeu:
- Ela me disse que todo mundo, por mais seguro que pareça, quer seja velho ou novo, rico ou pobre, precisa de mim.
Meu irmão mais velho
Nunca pensei que fosse sentir falta das meias malcheirosas do meu irmão espalhadas pelo chão ou da música que ele ouvia no volume máximo sempre que estava em casa. Mas, desde que ele foi para a faculdade, sinto meu coração apertado. Estou morrendo de saudades. Sempre fomos muito próximos, apesar da diferença de idade - eu tenho quatorze anos.
Meu irmão é um cara fora do comum, inteligente e gentil. Além disso, minhas amigas vivem suspirando pelos cantos e dizendo que ele é lindo. Mas o que me faz sentir tanto orgulho é o jeito como ele lida com as coisas, como trata os amigos e a família, como se importa com as pessoas. É assim que eu quero ser. Se vocês não se importarem, eu gostaria de explicar o que quero dizer...
Ele se candidatou a quatorze faculdades e foi aceito em todas, menos na que queria, a Brown University. Então optou pela Segunda escolha. Tudo correu bem no primeiro ano de faculdade, mas ele não estava satisfeito. Ao voltar para casa nas férias de verão, ele contou que tinha bolado uma estratégia para entrar na Brown. Queria saber se nós o apoiaríamos.
Seu plano era se mudar para Rhode Island, perto da Brown, arrumar um emprego e fazer tudo o que pudesse para ficar conhecido na área. Ele trabalharia duro e tinha certeza de que alguém iria notá-lo. Não era uma decisão fácil para meus pais, porque significava concordar que ele ficasse um ano fora da faculdade, o que para eles era assustador. Mas meus pais confiavam no meu irmão e o encorajaram a fazer o que achasse necessário para realizar seu sonho.
Não demorou muito para ele ser contratado como produtor de peças de teatro - é, adivinharam - na Brown. Era sua chance para brilhar, e ele brilhou. Nenhuma tarefa era grande ou pequena demais. Ele se dedicou totalmente ao trabalho. Conheceu professores e administradores, contou a todo mundo sobre seu sonho e nunca hesitou em dizer-lhes o que estava buscando.
E no final do ano, é óbvio, quando ele tornou a se candidatar à Brown, foi aceito.
Ficamos todos extremamente felizes e eu senti enorme orgulho do meu irmão. Aprendi uma lição importante - uma lição que ninguém poderia ter me ensinado com palavras, uma lição que eu só poderia aprender vendo com meus próprios olhos. Se eu der duro pelo que quero, se continuar tentando mesmo depois de ser rejeitada, meus sonhos também podem se realizar. Este é um presente que eu ainda guardo no coração. Por causa do meu irmão, eu confio na vida.
Recentemente, fui sozinha a Rhode Island para visitá-lo e tive uma semana sensacional, sem adultos por perto. Na noite anterior à minha volta, estávamos conversando sobre vários assuntos quando meu irmão, olhando nos meus olhos, disse que eu nunca fizesse nada que não achasse certo, por mais que os outros insistissem. Também disse para eu confiar sempre no desejo do meu coração.
Chorei durante toda a minha viagem de volta, sabendo que meu irmão e eu seremos sempre amigos e me dando conta da sorte que é ser sua irmã. Uma coisa estava diferente: eu não me senti mais uma garotinha. Parte de mim havia crescido naquela viagem e pela primeira vez pensei na grande tarefa que me esperava em casa. Tenho uma irmã dez anos mais nova e quero ajudá-la a fazer as escolhas certas. Hoje sei como é importante ter um ótimo professor.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
O Elefante Acorrentado
Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.
Que mistério! Por que o elefante não foge?
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.
Muitos se sentem inexperientes, incapazes e preferem se render ao velho e costumeiro cotidiano... Mas só tentando novamente, com fé e coragem é que conseguirão arrebentar estas correntes que os prendem as fraquezas.
Não fiquem esperando que o circo venha a pegar fogo, a hora de começar a agir é agora!!!
NEOQEAV
"Como a vida pode ser, talvez, diferente de como é hoje.
Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "Neoqeav" na última folha e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam. Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.
"Neoqeav" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília.
Levou bastante tempo para eu passar a entender completamente e gostar deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós. Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.
Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu. Vovó partiu.
"Neoqeav" foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosado buquês de flores do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser.
Sentindo-me muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.
Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando: "Mas que Neoqeav significa?"